Bicho que come pouco perde menos célula cerebral
- 23 de set. de 2016
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Ciência USP: bicho que come pouco perde menos célula cerebral
Se fizermos uma busca rápida pelo Google, encontraremos diversas questões sobre a interferência da alimentação para proteger e melhorar nossa saúde e o desempenho do nosso cérebro. Afinal, quem não quer saber como trabalhar melhor com seu corpo, e principalmente proteger nossos queridos neurônios? Pesquisadores da USP se preocuparam em passar esse conhecimento científico pra comunidade, e nós também!
Camundongos foram submetidos a um experimento, no qual alguns tiveram maior controle na alimentação, enquanto outros não. Essa limitação mostrou um resultado já conhecido, animais que comem pouco danificam menos neurônios.
Esse fenômeno é relacionado com um mecanismo chamado exitotoxicidade que causa morte de células cerebrais devido ao excesso de neurotransmissores, levando à patologias como Alzheimer, Parkinson, Infarto cerebral, etc.
Apropriando domínios de bioquímica e biologia molecular foi possível confirmar que a restrição calórica protege as células da ação deste instrumento; levando em consideração a ação de proteínas e outras organelas, como a mitocôndria neste processo. Lembrando que não é a baixa de sais minerais e nutrientes, mas sim a diminuição calórica, indicando que um peso saudável protege seu cérebro. A importância de estudos como esse é o desenvolvimento de drogas, técnicas ou mecanismos pra a preservação destas células, sendo que essa diminuição calórica na prática acaba sendo mais difícil.












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